viernes, 23 de diciembre de 2011
Pronunciamiento - las mujeres defendemos la democracia
martes, 20 de diciembre de 2011
Lição brasileira ao futebol brasileiro
miércoles, 14 de diciembre de 2011
No Peru, “modelo Lula” de governar é uma mina de ouro
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| O povo defendendo uma das lagoas a ser consumida pela empresa de mineração |
jueves, 8 de diciembre de 2011
Cajamarca - pronunciamento pelo levantamento do Estado de Emergência
- O projeto Minas Conga implicaria, entre outras coisas, a destruição de quatro lagoas e a construção de um poço aberto sobre cinco bacias hidrográficas. Pelo tamanho colossal do projeto e por sua localização, terá consequências incalculáveis contra o meio ambiente, a biodiversidade, a saúde humana, a agricultura e a pecuária.
- Longe de ser produto da “manipulação” de grupos “radicais”, como sugeriram grupos de poder e setores do governo, os protestos são legítimos e mostram a real preocupação de um povo que conhece os impactos da mineração a céu aberto, depois de quase 20 anos de presença da empresa mineira Yanacocha em Cajamarca.
- O conflito em Cajamarca é parte de um cenário muito mais amplo de ausência de uma política nacional para o desenvolvimento rural, com ênfase especial na pequena agricultura (andina), e de conflitos provocados por uma atividade mineira sem regulação, que não contribui adequadamente ao desenvolvimento sustentável local, frequentemente vulnera os direitos das populações locais e danifica o meio ambiente.
- O Diálogo sempre é o caminho idôneo para resolver os conflitos em democracia. No entanto, para tal se requer a boa fé das pares, paciência e vontade para considerar todas as possíveis saídas do conflito.
- Pelas séries de objeções técnicas, como as expressas pelo Informe do Ministério do Ambiente, e a massiva recusa da população de Cajamarca e de outros lugares do país, o diálogo deveria implicar considerar a possibilidade de cancelar o projeto Conga. Porém, o governo insistiu que o projeto tem que ir de todas as maneiras, e que o diálogo somente serve para definir as condições necessárias para que haja “mineração responsável”.
- A declaração de Estado de Emergência revela que as organizações sociais e os conflitos estão sendo tratados tal como no governo anterior. Longe de reconhecer a legitimidade dos protestos e de seus líderes, procura-se “resolver” os conflitos mediante o uso da força, da militarização e da criminalização, o que faz que mantenhamos sérias dúvidas sobre se o governo peruano tem ou não vontade de diálogo sobre o futuro da zona e a (in)viabilidade do projeto Conga.
- Enquanto o Estado tem a obrigação de proteger seus cidadãos, inclusive durante situações como o Estado de Emergência, segundo os tratados internacionais e o marco constitucional, é responsabilidade direta do Presidente da República qualquer situação de grave vulneração de direitos que possa ocorrer.
- Nós nos solidarizamos, do lugar no mundo em que nos encontramos, com a luta do povo cajamarquino, e subscrevemos seu pedido de declarar inviável o projeto Conga, pelas razoes técnicas e sociais sustentadas pelas autoridades e pelos dirigentes da zona.
- Recusamos energicamente a declaração de Estado de Emergência em Cajamarca, uma vez que ela piora as condições para um diálogo real sobre o projeto Conga entre as partes involucradas, e poderia gerar situações de violência, repressão e militarização.
- Alertamos que esta medida pode ser um precedente perigoso para a política deste governo em relação aos conflitos sociais, pois tal medida está respaldada por um marco legal que tem, inclusive, uma demanda de inconstitucionalidade no Tribunal Constitucional.
- Recordamos ao presidente Humala que os protestos em Cajamarca expressam a vontade de mudanças reais no atual modelo de desenvolvimento, que ele mesmo prometeu impulsionar em sua campanha para a Grande Transformação do Peru, quando falou de defender a água, a terra e a vida de todas e todos os peruanos.
- Invocamos que o governo peruano receba este questionamento e realize as mudanças prometidas, construindo junto com a população um modelo autenticamente descentralista e democrático, onde as pessoas possam decidir sobre suas vidas, utilizando ferramentas como a organização territorial, a zonificação econômica e ecológica participativa, a revisão técnica e independente dos Estudos de Impacto Ambiental, e mecanismos de consulta prévia, livre e informada, superando o extrativismo primário exportador para impulsionar um desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho que o povo peruano expressou nas passadas eleições presidenciais, e não a militarização dos conflitos para garantir projetos de mineração que financiem “programas sociais”.
Novas adesões
O povo defendendo uma das lagoas a ser consumida pela empresa minera:
martes, 6 de diciembre de 2011
Cajamarca - urgente
domingo, 4 de diciembre de 2011
Muere Sócrates, futbolista insumiso
“Los futbolistas somos artistas y, por tanto, somos los únicos que tenemos
más poder que sus jefes”, dijo Sócrates una vez. Ello solo habrá sido
totalmente verdad en la época de la Democracia Corinthiana,
de la cual él fue parte. Esta experiencia única en el fútbol brasileño, que duró
entre 1982 y 1985, consistió en la toma de decisiones colectivas sobre los más
variados temas: cuales jugadores serían contratados, a cuales no se les renovaría,
cuales jugarían. Abolieron también las concentraciones. Las decisiones eran
tomadas por los votos de jugadores, comisión técnica, directivos y trabajadorxs, valiendo lo
mismo el voto del presidente del club, el de cada una(o) del personal de limpieza o el de un jugador suplente.
Sócrates intentó entonces suerte en la Fiorentina, pero le fue
muy mal: en el equipo había una división entre dos grupos y Sócrates hizo que
todos se sentaran en una mesa para conversar y logró con ello la enemistad de
todos. Se fue de Italia, además, con la fuerte sospecha de que sus ex-compañeros
amañaban partidos. sábado, 9 de julio de 2011
Índice de textos del blog
Aprender a perder sin perderse. Brasil, Holanda y España en los Mundiales: http://pensarjusto.blogspot.com/2011/04/normal-0-21-false-false-false.html
Miles & Coltrane. & Coleman. Un anti-homenaje pro-feminista: http://pensarjusto.blogspot.com/2011/04/miles-coltrane-coleman-un-anti-homenaje.html
Keiko y la derecha que cada vez menos se puede esconder: http://pensarjusto.blogspot.com/2011/04/keiko-y-la-derecha-que-cada-vez-menos_26.html
El 15-M también bebió del fútbol: http://pensarjusto.blogspot.com/2011/05/el-15-m-tambien-bebio-del-futbol.html
¿Cuando se sabe, cuando se comprende?: http://pensarjusto.blogspot.com/2011/04/cuando-se-sabe-cuando-se-comprende.html
Una defensa sensata de Mourinho como canalla: http://pensarjusto.blogspot.com/2011/04/una-defensa-sensata-de-mourinho-como.html
El placer de reírse de la derecha: http://pensarjusto.blogspot.com/2011/06/normal-0-21-false-false-false-es-pe-x.html





